quarta-feira, 26 de outubro de 2011

E o tal do batizado?



Na vida a gente aprende a contemporizar e aceitar as diferenças de opiniões daqueles que estão próximos a nós e são importantes de alguma forma.
Claro que é difícil, e um exercício diário, exercer a maturidade necessária para admitir todos os pormenores.
Existem convenções sociais que muitas vezes precisam ser seguidas e é muito mais fácil conviver em sociedade quando acompanhamos o ritmo. Afinal de contas é trabalhoso ao extremo ter sempre objeções e viver no contra argumento.
Sendo assim não vejo nada demais em agradar familiares e amigos queridos que consideram importante a instituição do batismo na vida de uma criança.
Foco meu olhar na parte divertida e me entrego a escolher roupinhas fofas pro rebento e organizar a reuniãozinha pós rito religioso repleta de brindes e petiscos.
Além disso, pensando no lado prático da questão, caio na possível escolha de instituição de ensino com enfoque religioso que talvez fosse inviabilizada pela cabeça dura dos genitores. Ou seja, bistequinha não poderia estudar num São Bento da vida, caso quisesse. Há também a futura questão do casamento na igreja caso ele deseje, daqui uns 30 anos, craro. Devo atentar ainda para a possibilidade de bisteca querer apadrinhar o filho de algum amigo por exemplo.
Sendo assim não sou contra, simplesmente sou indiferente.
E aquele lance, se pra mim não faz diferença porque não fazer essa diferença na vida de outra pessoa que realmente se importa?
“Fazer o bem sem olhar a quem” esse é o mantra, papapa!